[Resenha] Cidade dos etéreos, O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, #2 - Ransom Riggs

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Nome: Cidade dos etéreos
Autor (a): Ransom Riggs
Nº de páginas: 384
Série: O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares #2

Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.


ESSA RESENHA CONTÉM SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO!!

No segundo volume, acompanhamos o desenrolar do que aconteceu no fim do livro anterior. A senhorita Peregrine foi capturada por um acólito, mas Jacob e Emma conseguiram salvá-la e mataram o inimigo. Porém, a ymbryne ficou aprisionada em sua forma de pássaro e não consegue se transformar em humana novamente, por consequência ela não consegue reiniciar a fenda temporal que protege os pequenos peculiares dos etéreos.

Então, os peculiares pegaram barquinhos que estavam atracados e partiram em direção ao País de Gales, com o intuito de buscar ajuda para a srta. Peregrine. Com os nervos a flor da pele devido aos acontecimentos recentes e com a sua guardiã sem condições de ajudá-los, a viagem não é nada fácil para as crianças.

Quando chegam à costa eles já são surpreendidos por uma horda de acólitos que estão procurando por eles, tentando capturá-los. Mas eles conseguem se esconder na mata antes que os acólitos os vejam. E é então que Bronwyn decide ler os contos peculiares para distrair e acalmar os mais novos.

Ao ouvir a história narrada, Millard começa a achar que os contos não são apenas ficção, mas sim histórias reais já que o local onde eles estavam abrigados era igual ao narrado no livro. Então, usando os contos como guia, as crianças acabam encontrando uma fenda temporal e é aí que mais uma série de aventuras tem início.

O autor evoluiu bastante em sua escrita do primeiro volume para o segundo. A narrativa flui de forma mais envolvente, os acontecimentos do livro anterior são citados de forma sútil, o que não deixa a história repetitiva ou chata de se ler. Jacob amadureceu bastante em pouco tempo e isso me surpreendeu de uma forma boa, pois agora ele está preocupado com o mundo peculiar e seus novos amigos. Sua peculiaridade também se desenvolveu bastante nesse segundo volume e todo esse envolvimento com seu lado peculiar deixou a narrativa ainda mais gostosa e impossível de largar.

Se você se apaixonou pelo primeiro livro, com certeza vai amar a continuação.

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