[Resenha] Fazendo meu filme #2, Fani na terra da rainha - Paula Pimenta

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Nome: Fazendo meu filme 2, Fani na terra da rainha
Autor (a): Paula Pimenta
Nº de páginas: 327

Série: Fazendo meu filme #2

Depois de conquistar milhares de leitores e leitoras, a nossa doce e querida Fani volta ainda mais divertida e encantadora. O segundo volume do livro Fazendo meu filme apresenta as aventuras de Estefânia Castelino Belluz na terra da rainha. Sim, na Inglaterra! Longe do grande amor, ela passa por momentos de alegria, dor, saudade, tristeza e, mais do que isso, pode conhecer melhor a si mesma. Sem deixar de lado suas amigas inseparáveis e sua família, ela consegue, no outro continente, viver momentos cheios de suspense, revelações, aventuras, descobertas e emoções fortíssimas! Feliz, triste, preocupada, ansiosa, temerosa, otimista, insegura, cheia de si, apaixonada, desiludida, seja como estiver, Fani mostra a cada página deste livro que não é mais aquela menina tão frágil que muitas vezes se escondia por trás de sua timidez.

Mais do que a história de uma adolescente que se encoraja a fazer intercâmbio e morar fora por um ano, este livro fala de um grande e delicado amor. Em meio a uma avalanche de sentimentos e acontecimentos surpreendentes, ela consegue viver intensamente na Inglaterra, conhecendo pessoas que conquistam seu coração e sua amizade para toda a vida. Porém, o melhor filme de sua vida ainda está para ser contado, ou melhor, vivido…





O segundo livro se passa inteiramente na Inglaterra. No fim do último livro os leitores acompanham a ida de Fani para o intercâmbio e todas as reviravoltas que marcaram o início da nova vida dela.

Um dos acontecimentos foi o tão aguardado beijo de Fani e Leo. Antes disso já era possível notar que existia um amor frágil, puro e único surgindo na vida de Fani. E desde que Fani descobriu que Leo gostava dela, tudo mudou.

“Eu nunca o vi olhando para ela com aquele ar de adoração com que sempre olhava para você. Ele te olhava como se você morasse acima das nuvens.”

Mas como a vida não é nenhum filme, as coisas ficam complicadas para a Fani assim que ela chega na Inglaterra. Já nas primeiras semanas ela começa a sentir falta de casa, da família, dos amigos e principalmente de Leo. Então ela decide “esquecer” Leo para tentar aproveitar seu intercâmbio ao máximo. Mas como é possível de se imaginar, isso não deu muito certo. O pobre garoto fica apreensivo e começa a achar que ela não gosta dele, o que resulta em um briga feia por telefone e o termino de um namoro que sequer teve a chance de começar direito. Depois disso Fani entra em depressão e chega ao ponto de implorar ao pai para voltar para casa. Mas Graças à Deus e algumas conversas com suas melhores amigas, ela decide ficar e aproveitar essa chance única em sua vida.

Nesse segundo livro o leitor acompanha de perto o nascer de uma nova Fani. Esse amadurecer se dá devido a tudo o que ela tem que aprender por conta própria. Ela vive momentos difíceis e em muitas ocasiões tem que tomar muitas decisões sozinha. Estar do outro lado do mundo, longe da influência dos pais, principalmente da mãe, também se mostra importante para ela. Em um ano ela vive todo tipo de emoção possível: raiva, tristeza, felicidade, saudade, ansiedade, otimismo, etc.

“Acho que minha vida é um roteiro mal escrito, não tenho a menor vocação pra protagonista, sou aquela coadjuvante que fica lá atrás, praticamente escondida atrás do cenário...”

Esse amadurecimento da Fani é inspirador para o leitor. Como a narração é no mesmo estilo do primeiro livro, isso significa que o leitor acompanha o cotidiano da personagem e os acontecimentos que foram encaminhando Fani para o amadurecimento.

É importante lembrar também que a Paula Pimenta continua conseguindo descrever todas as emoções que uma adolescente sentiria se estivesse no lugar da Fani. Mais uma vez me vi no lugar da personagem, principalmente no quesito emocional.

“Na vida, um simples ato sem pensar pode fazer com que um filme de romance vire uma trama de terror.”
"Quando entregamos nosso coração para alguém, estamos atestando que não somos mais os únicos responsáveis por ele, nossa felicidade passa a estar também nas mãos de outra pessoa. Algumas vezes, essa pessoa nos entrega o próprio coração em retorno, e aí nos sentimos preenchidos. Ao contrário, quando ela prefere manter seu coração para si (ou entregá-lo para outro), ficamos super vazios, pois apenas o nosso já não basta." 

Avaliação: 

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